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Câncer Colorretal

O câncer colorretal é o tumor mais prevalente do aparelho digestivo. Ele atinge as regiões do cólon e reto, responsáveis pela absorção de água, e que ligam o nosso sistema digestivo com o ânus. De acordo com dados do Instituto Vencer o Câncer, a cada 10 tumores diagnosticados, um tem origem no cólon ou no reto. Este tipo da doença afeta tanto homens, quanto mulheres, geralmente depois dos 50 anos de idade. E somente em 2016 foram registrados 34.280 novos casos, segundo informações do INCA (Instituto Nacional de Câncer).

Tudo começa com o aparecimento de um pólipo (tecido anormal) no revestimento interno do cólon ou do reto. Alguns tipos de pólipos podem se transformar em câncer ao longo de vários anos, mas nem todos eles tornam-se um câncer. A chance de se transformar em um tumor depende do tipo de pólipo. Os dois principais tipos de pólipos são:

Pólipos adenomatosos (adenomas): pólipos que às vezes se transformam em câncer. Por isso, os adenomas são chamados de condição pré-cancerígena.

Pólipos hiperplásicos e pólipos inflamatórios: pólipos mais comuns, mas, em geral, não são pré-cancerosos.

Os principais fatores de risco para o desenvolvimento deste câncer são: maus hábitos alimentares, o consumo exagerado de bebidas alcoólicas, obesidade, sedentarismo, histórico pessoal de outros cânceres como o câncer de ovário e mama ou histórico familiar da doença. Aproximadamente 20% dos pacientes com câncer colorretal ou pólipos adenomatosos têm história familiar dessas neoplasias em um parente de primeiro grau (pai, irmãos ou filhos). 

Pessoas com histórico familiar de câncer colorretal ou pólipos adenomatosos tem risco aumentado principalmente se o(s) parente(s) for de primeiro grau, sendo o risco ainda maior se o familiar foi diagnosticado com a doença com menos de 45 anos.

As alterações genéticas (alterações no DNA) são responsáveis por ~ 5% dos pacientes com câncer colorretal que possuem uma predisposição genética hereditária. Essas alterações no DNA, geralmente, estão associadas a síndromes genéticas, tais como Síndrome de Lynch, Polipose Adenomatosa Familiar, Polipose associada ao MUTYH entre outras, que também predispõe ao desenvolvimentos de outros tipos de câncer como: câncer de ovário, endométrio, mama, gástrico, entre outros.

Todos devem ficar atentos ao seguintes sinais de alerta: anemia de origem indeterminada, suspeita de perda crônica de sangue, mudanças no hábito intestinal (diarréia ou prisão de ventre), desconforto abdominal com gases ou cólicas, sangramento nas fezes, sangramento anal e sensação de que o intestino não se esvaziou após a evacuação. Também pode ocorrer perda de peso sem razão aparente, cansaço, fezes pastosas de cor escura, náuseas, vômitos e sensação dolorida na região anal, com esforço ineficaz para evacuar.

Os especialistas recomendam a detecção precoce do câncer colorretal através de dois exames principais: pesquisa de sangue oculto nas fezes e endoscopia (colonoscopia ou retossigmoidoscopia). Esses exames devem ser realizados em pessoas com os sinais citados acima, no nosso artigo, ou visando seu diagnóstico precoce, e também naquelas sem sinais e sintomas, mas pertencentes a grupos de maior risco.

Se você possui familiares com histórico de câncer digestivo, colorretal ou outros tipos da doença, uma opção moderna e rápida de verificar a possibilidade do desenvolvimento de um câncer no futuro – além dos exames convencionais- é o Teste Color da Color Genomics, oferecido aqui no Brasil pela Gencel Pharma.

Através deste teste é possível detectar o risco de desenvolvimento dos tipos mais comuns de câncer hereditário, como o câncer de mama, ovários, colorretal, pancreático, próstata, gástrico e outros. Conhecendo seu risco, você e seu médico podem criar um plano personalizado para prevenir e descobrir precocemente o câncer em um estágio inicial, onde as chances de cura são maiores.

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