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Câncer Pâncreas: saiba mais sobre os
sinais da doença

O câncer de pâncreas, não é um dos tipos mais comuns de cânceres, porém é uma doença que geralmente não é detectada, até que seja tarde demais para que as opções de tratamento sejam eficazes. De acordo com dados do INCA (Instituto Nacional de Câncer), o câncer de pâncreas representa 2% dos casos de câncer – e 4% das mortes causadas pela doença, sendo mais comum em pessoas acima de 60 anos, com maior incidência entre homens. 

 O pâncreas é uma glândula pertencente ao sistema digestivo e endócrino,  que se encontra localizada atrás do estômago, entre a porção superior do intestino e o baço, e é composto por três regiões principais: cabeça, que é a parte que se encaixa no duodeno, o corpo e a cauda, que é a parte final.  

As principais funções deste órgão são produzir sucos digestivos e enzimas, que auxiliam na digestão dos alimentos e metabolismo dos nutrientes e produzir hormônios, como a insulina e glucagon, responsáveis pelo equilíbrio dos açúcares no nosso organismo. 

Quando um tumor surge no pâncreas, os sintomas podem variar de acordo com a região onde está localizado. Os mais comuns são a perda de apetite e de peso, fraqueza, diarreia e tontura.  Se o tumor acomete a cabeça do pâncreas irá provocar icterícia, doença que deixa a pele e os olhos amarelados (causada pela obstrução biliar). Com o avançar da doença, um alerta comum é a dor na região das costas, no início, de baixa intensidade, podendo ficar mais forte. Outro sintoma é o aumento do nível de glicose (açúcar) no sangue, causado pela deficiência na produção de insulina. 

Um dos principais fatores de risco para desenvolvimento deste câncer é o Tabaco. Pois, quem faz uso do cigarro e seus derivados – segundo dados do INCA – tem três vezes mais chances de desenvolver este câncer, do que os não fumantes. E quanto maior a quantidade e o tempo de consumo, maior o risco. A doença também está relacionada ao consumo excessivo de gordura, de carnes e de bebidas alcoólicas, e à exposição a compostos químicos, como solventes e petróleo, durante longo tempo.  

Em outro grupo de risco se encontram as pessoas que sofrem de pancreatite crônica ou de diabetes melitus, pessoas submetidas a cirurgias de úlcera no estômago ou duodeno, bem como, aquelas que sofreram retirada da vesícula biliar. Esse grupo deve se submeter a exames médicos periódicos. 

Aproximadamente 10% dos cânceres pancreáticos também são hereditários, o que significa que são causados ​​por mutações hereditárias em genes específicos como BRCA1, BRCA2, CDKN2A e outros. 

Se você possui histórico familiar de câncer, conhecer os riscos de desenvolver a doença pode trazer benefícios imediatos. O teste de câncer hereditário da Color (oferecido pela Gencel Pharma Brasil), examina 13 genes que estão associados ao aumento do risco de câncer de pâncreas, possibilitando a detecção precoce da doença, fase em que há maior chance de cura, ou iniciar precocemente o rastreamento nos casos identificados com alteração genética.

Em relação ao tratamento, existem casos onde a cirurgia é uma opção, e a mais indicada é a ressecção (retirada do tumor).  Também são utilizados os procedimentos de radioterapia e quimioterapia, associados ou não, que podem ser utilizados para redução do tamanho do tumor e alívio dos sintomas. Para pacientes com metástase (disseminação do câncer para outras partes do corpo) a alternativa, como paliativo (apenas para alívio dos sintomas), é a colocação de endoprótese.

Para saber mais sobre o Câncer de Pâncreas e como o Teste Color citado no nosso artigo, pode auxiliar na detecção precoce desta doença, acesse através do telefone: (11) 97197-7797.

Fonte: http://www2.inca.gov.br

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