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Dezembro Laranja

Mês de prevenção e combate ao câncer de pele

Com a chegada de dezembro, do verão e os dias ensolarados, acende o alerta para a prevenção e combate ao câncer de pele. O câncer de pele não melanoma é encontrado principalmente em pessoas com mais de 40 anos e corresponde a 30% de todos os tumores registrados no país. Pessoas de pele, cabelos e/ou olhos claros, com muitas pintas, que já tiveram câncer de pele ou possuem familiares com câncer de pele estão entre os grupos com maior risco para o desenvolvimento da doença. Entre os sintomas podemos citar o aparecimento de lesões na pele, o crescimento ou mudança nas características de pintas e feridas que não cicatrizam.

Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), todos os anos surgem 176 mil casos desta doença, o tipo com maior incidência no país. Por esta razão, desde 2014, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), promove o Dezembro Laranja, uma campanha focada em diversas iniciativas para a conscientização, prevenção e o diagnóstico precoce. E este ano pela primeira vez a campanha se estenderá por todo o verão.

Com o slogan “Se exponha mas não se queime”, a campanha visa conscientizar e educar as pessoas sobre os riscos do câncer da pele decorrentes da exposição excessiva ao sol sem proteção.

Como este mês estamos focados na conscientização do câncer de pele, não podemos nos esquecer do tipo de câncer de pele mais perigoso e agressivo que é o Melanoma. Embora seja de maior gravidade e mortalidade, devido sua capacidade de produzir metástase, o Melanoma é menos frequente dos que os demais tumores cutâneos, representando apenas 4% dos casos. Segundo dados do INCA, estimava-se entre 56 a 70 casos novos de Melanoma, sendo 3000 casos entre os homens e 2670 mulheres.

O principal fator de risco para o desenvolvimento desta doença é a exposição ao sol, especialmente quando ocorrem queimaduras solares importantes antes dos 15 anos. Pessoas de pele e/ou olhos claros e cabelos loiros ou ruivos, pessoas que apresentam múltiplas pintas com características irregulares (chamadas nevos atípicos) e história familiar  da doença, apresentam risco muito aumentado de desenvolver a doença. Para essas pessoas, é muito recomendado o acompanhamento cuidadoso com dermatologista.

Aproximadamente 3-15% de todos os Melanomas são casos familiares. O Melanoma familiar é uma condição genética ou hereditária. Isso significa que o risco  de Melanoma é maior nessas famílias e pode ser passado de geração em geração.

O médico suspeita de Melanoma Familial quando a família apresenta dois ou mais parentes de primeiro grau (pais, irmãos ou filhos) com a doença. Neste caso, pode ser sugerido fazer um teste genético para avaliar a integridade de alguns genes (partes do DNA) cujas alterações estão associados ao desenvolvimento desta neoplasia.

Na Gencell Pharma oferecemos o painel da Color genomics que possui 7 genes relacionados ao Melanoma familial.

Conhecer se você ou seus familiares possuem alguma alteração em genes de predisposição para a doença permite realizar o rastreamento precoce, com exames de rotina,  a fim de identificar a doença no início em que as chances de cura são maiores.

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